‘Prefiro combatê-lo na urna a vê-lo na cadeia’, diz FHC sobre Lula

Convenção Nacional do PSDB

Em um discurso de improviso, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso lembrou nesta manhã, durante a convenção nacional do PSDB, que já derrotou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva duas vezes nas eleições, mas que o partido tem seus valores e que estes valores precisam primar sobre os interesses eleitorais. “Prefiro combatê-lo na urna a vê-lo na cadeia”, disse o presidente de honra do partido.

FHC fez duras críticas às estruturas partidárias, que segundo ele ficaram envelhecidas. Para o tucano, a existência de 28 partidos políticos no País não é normal, é uma “sopa de letra”, não agremiação partidária. O ex-presidente previu que o povo pode voltar às ruas se os governos “errarem muito”. “Sei que muita coisa foi errada, mas temos forças suficientes para reconstruir o PSDB”, disse.

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PSDB nunca embarcou no governo, diz Goldman

Goldman discursa na Convenção Nacional do PSDB. Foto: Dida Sampaio/Estadão

O presidente em exercício do PSDB, o ex-governador de São Paulo Alberto Goldman, disse nesta manhã em Brasília que o partido “nunca embarcou” no governo Michel Temer e que, portanto, “não tem no que desembarcar”.

Em tom crítico, Goldman disse que se Temer foi eleito pela chapa petista em 2014, ele faz parte do ex-governo Dilma Roussef. “Ainda estamos vivendo o governo Dilma. Não elegemos Michel Temer”, afirmou.

O ex-governador disse que os ministros que ainda estão no governo permanecem por desejo de Temer e que a ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, já deveria ter saído da função. “Ela foi muito infeliz nas declarações dela”, avaliou Goldman, comentando o episódio em que a ministra solicitou um salário maior do que o teto constitucional.

Além dela, integra o governo o ministro de Relações Exteriores, Aloyso Nunes Ferreira. Ontem, Antônio Imbassahy pediu demissão da Secretaria de Governo. 

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Arthur Virgílio diz que prévias são última chance para o PSDB

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, promete ser o grande obstáculo para o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, tornar-se rapidamente o candidato do partido à Presidência em 2018. Ao chegar na convenção que irá chancelar o paulista como presidente nacional do PSDB, Virgílio disse que não abrirá mão das prévias para a disputa presidencial e que ela é a única forma do partido não acabar. Na visão dele, o PSDB está mais desgastado que o PMDB, do presidente Michel Temer.

— (Com as prévias), o perdedor sai mais forte, o vencedor estará legitimado. O partido terá sido passado a limpo, isso é muito importante. Não é que o partido esteja tão desgastado quanto o PMDB, o partido está mais desgastado que o PMDB, porque ninguém nunca esperou nada do PMDB, e se esperou muito do (nosso) partido. Teve 48,5% dos votos nas últimas eleições e depois mostrou o fiasco que nós todos presenciamos, com muito desagrado. Então nós temos que simplesmente ir para a luta e jogarmos o que para mim é uma última cartada nesse partido. Se o partido vier com aqueles conchavos, reuniões pequenas, decisões de petit comité, esse partido simplesmente acaba — afirmou na chegada.

A expectativa é que Virgílio faça um duro discurso durante a convenção. O prefeito, que foi senador e líder do governo Fernando Henrique Cardoso na Câmara, chegou ao evento acompanhado da mulher e ironizou as faixas de apoio a Alckmin do lado de fora. As informações são de O Globo.

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Alckmin ataca ‘ilha da fantasia’ do PT e acena para PMDB

Empossado presidente nacional do PSDB, governador de São Paulo e pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin fez um discurso neste sábado voltado às eleições de 2018. Nele, o tucano indicou ao partido que o adversário nas urnas precisa ser o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e que a relação com o governo Michel Temer não deve ser pautada pelo confronto.

— O Brasil vive uma ressaca. Descobriu que a ilha da fantasia petista nunca foi a terra prometida. A ilusão petista acabou em pesadelo na maior crise econômica e ética da história do nosso país. Agora é hora de olhar frente com união e esperança renovadas. Brasileiros estão vacinados contra o modelo lula de dividir para confundir.

Na maior parte do discurso, o tucano dedicou a atacar o PT e Lula, como antecipou o GLOBO nesta sexta-feira. Ele classificou o atual momento político e econômico como “ressaca” e defendeu que o PSDB teria condições de devolver o país ao crescimento e à moralidade pública. As informações são de O Globo.

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Povo está enojado, irritado com todos nós, diz FHC em convenção do PSDB

Convenção do PSDB

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) fez um discurso pedindo que o partido se reconecte com as ruas, durante sua participação na convenção nacional da sigla, neste sábado (9), em Brasília.

FHC, que manifestou apoio ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, eleito no evento dirigente nacional da legenda, disse que a classe política passa por uma fase de descrédito e que o PSDB precisa recuperar seu papel histórico.

“O povo está enojado, irritado com todos nós. O povo sente como se fosse uma grande traição nacional”, afirmou o ex-presidente.

O tucano falou que as estruturas partidárias ficaram envelhecidas e que esse cenário se repete em outros países. “Nós temos que nos reconectar com a vida. É preciso enfrentar os temas tais como eles são.” As informações são da Folha de São Paulo.

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Aécio é vaiado e fica apenas 40 minutos em convenção do PSDB

 

Convencão do PSDB

O presidente licenciado do PSDB, senador Aécio Neves (MG), foi hostilizado neste sábado (9) ao chegar à convenção nacional do partido, em Brasília.

Na entrada do centro de convenções onde ocorre o evento, uma claque favorável ao mineiro o aguardava. O nome dele (escrito em chapéus de alguns dos apoiadores que o esperavam) foi gritado em coro pelo grupo.

Eles seguravam uma faixa em que o mineiro era aclamado como “o melhor presidente da história do PSDB” e agradeciam a ele por sua “coragem e comprometimento com o país”.

O grupo o acompanhou até a porta do auditório. Lá dentro, sem os apoiadores, Aécio ouviu vaias e gritos de “fora!”.

O locutor do encontro tentou contornar a situação. O mineiro não foi chamado para sentar à mesa montada no palco da convenção e, na sequência, deixou o evento. Ele ficou no local durante 40 minutos. As informações são da Folha de são Paulo.

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Aécio chega sozinho à convenção do PSDB

Licenciado da presidência do PSDB em razão da suspeita de recebimento de propina da JBS, responsável por destituir um presidente interino e apontado como responsável por acentuar as divisões no partido, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) chegou à 14ª Convenção Nacional do PSDB em Brasília completamente isolado.

Ele entrou pela porta da frente do espaço onde ocorre a convenção, mas isso não significou qualquer prestígio. Pelo contrário. Os principais líderes tucanos — o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso; o prefeito de São Paulo, João Doria; e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que será aclamado novo presidente da sigla — chegaram juntos e entraram pelos fundos do Centro de Convenções Brasil 21. Bem distantes de Aécio.

O senador mineiro chegou sozinho, sem assessores o acompanhando. Foi recebido por uma claque pequena, mas barulhenta, que carregava uma faixa em que dizia que Aécio foi “o melhor presidente que o PSDB já teve”. Minutos antes da chegada do senador, duas mulheres gritavam o nome de Aécio e faziam uma defesa do político. As informações são de O Globo.

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Rollemberg é hostilizado no PSDB, sob gritos de ‘Fora, fora, fora’

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O anúncio da presença do governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, quase levou o plenário da 14ª Convenção Nacional do PSDB abaixo com gritos de “fora, fora”. Ele entrou junto com o vice-governador de São Paulo, Márcio França e o presidente do PPS, Roberto Freire (SP).

— Fora Rollemberg, fora, fora! — gritava a claque do deputado Izalci, que entrou no plenário cercado e aos gritos de “Izalci governador”.

O presidente da Mesa, deputado Eduardo Cury, tentou aplacar a gritaria, sem sucesso.

— Por favor, peço a vocês, parem com isso. Aqui é o PSDB, um partido tolerante, peço um pouco de tolerância e educação — clamou Cury, mas a gritaria continuou.

Os tucanos, nos discursos, atacam o PT e a pré-candidatura do deputado Bolsonaro. As informações são de O Globo.

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